Amazona de coração, guerreira de criação!

5/06/2017

Uma princesa linha dura que não brinca em serviço e dirige um jato invisível. Quer mais que isso? Criada por Harry George Peter, um dos gênios da arte, estamos falando aqui da “maravilhosa” Mulher Maravilha.

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Nascida em 1942 em uma singela saga da DC Comics chamada All Star Comic #8, a Princesa Diana de Themyscira, também conhecida como Princesa Diana, foi originalmente designada para ser grego-romana, mas por questões geopolíticas sofreu algumas adaptações.

O que podemos dizer sobre isso é que, levando este caso em consideração, a história original é sempre melhor!

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A história basicamente se dá pelo fato dela ser a princesa e embaixadora das Amazonas da ilha paradisíaca de Themyscira. Isto, somado ao fato de Diana também ser filha da rainha das Amazonas, Hipólita.

Ela foi mandada ao mundo dos homens para propagar a paz e unir os mortais e os deuses, sendo parte da trindade da DC Comics, essencial para o equilíbrio nas diversas HQ’s em que há duelos entre Batman e Super-Homem.

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Deixando um pouco a personagem de lado, vamos falar um pouco sobre Harry George Peter, ou H. G. Peter… se é que é possível falar só “um pouco” sobre este mestre.

Nascido em 1880 na California, este mito das HQ’s começou sua carreira ilustrado para um jornal local para logo em seguida passar a focar em cartoons. Porém, o que nem todos sabem é que o início não foi muito promissor… seu primeiro super-herói foi “Man o’ Metal“!

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Por muitos anos, Peter apostou em heróis secundários (e olha que foram muitos anos mesmo). A maior prova disso é que, somente aos 61 anos foi que ele deu vida à uma das principais heroínas da atualidade.

E foi através de uma personalidade forte e inclinada ao sucesso dos amigos que a Mulher Maravilha conquistou diversos prêmios, chegando a ser nomeada embaixadora da ONU (sim, é verdade!) e principal influencia do Dia Internacional da Mulher.

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A concepção do personagem da Mulher Maravilha se deu através de traços finos, expressões vagas, mas com um enredo forte e uma estratégia de comunicação diferenciada.

Seus diálogos eram específicos e vivos e foi o que fez H. G. Peter crescer no mercado. Sua arte bem controversa foi marcante por muitos anos e, até hoje, é referência para os artistas que entram no mundo da Wonderwoman.

Alguém discorda? É só bate o olho e ver os traços do mestre!

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DICA:

Definitivamente, você precisa ler As Crônicas da Mulher Maravilha #1. Sim, tenho certeza de que você vai se identificar bastante com o filme e se achar em diversas referências fantásticas desta HQ que, além de tudo, foi o pontapé inicial dela no Brasil!

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